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Aumento de preços: entenda a situação

Entenda os motivos que estão desencadeando uma alta em série no mercado

Se você tem o hábito de ir ao supermercado, provavelmente já observou que alguns itens estão mais caros que o normal.

Produtos da cesta básica, como o arroz, feijão, carne e óleo de soja apresentarem altas impressionantes nos últimos dias, impactando drasticamente o orçamento familiar brasileiro.

E não pense que apenas a cesta básica está mais cara, há commodities que também tiveram aumentos expressivos na tabela de preços e têm causado uma reação em cadeia que tem impactado a indústria de uma forma geral.

Ao longo deste texto, você vai entender mais o porquê dessa situação e quais os motivos que nos levaram até ela. Siga lendo e entenda!

Aumento de preços 2020

O preço a ser pago pelo período que o Brasil foi assolado pela pandemia/isolamento social chegou.

Recentemente, o país vem se surpreendendo com aumentos expressivos nos mais variados tipos de produtos e nos diversos mercados atuantes na economia brasileira,

Segundo pesquisa PMI (Índice Gerente de Compras) realizada pela NTC Research e divulgada na última terça-feira pelo Banco Real, aponta que tanto a inflação de insumos, quanto de bens finais, aceleraram e atingiram níveis recordes.

“A maioria dos respondentes atribuiu o aumento [dos preços] à demanda forte e à escassez de matérias-primas e de combustíveis. As empresas aumentaram seus preços numa tentativa de proteger suas margens de lucro”, informa relatório da pesquisa.

A alta do dólar, fatores climáticos, entressafra, e até mesmo um aumento na demanda tem provocado essa inflação de preços nos produtos de consumo final. Mas a situação não atinge apenas os consumidores, as indústrias vem sofrendo na pele o impacto dessa situação.

Inflação

O índice inflacionário de bens finais registrou um número sazonalmente ajustado, com 58,4 (acima dos 56,2 de maio), um novo recorde para a série. Nisso, o valor é o mais alto em relação à média dos últimos doze meses.

Já o índice de preços dos insumos (produtos primários) marcou o terceiro recorde sucessivo, registrando o valor de 67,5 – acima dos 64,7 de maio.

Os preços do aço e do petróleo foram os mais responsabilizados pelo aumento dos preços: “Cerca de de 38% dos respondentes relataram uma alta nos custos de seus insumos, comparados a 4% que notaram um declínio”.

Com esse aumento no preço da matéria prima e com as vendas baixas motivadas pela pandemia, o aumento para o consumidor final logicamente ficaria mais alto.

“As evidências da pesquisa indicaram que várias empresas não tiveram recursos para comprar tantos insumos quanto no passado, devido aos preços mais altos das matérias-primas e dos combustíveis”.

O aumento no valor do plástico

Como se não bastassem os fatores impulsionados pela pandemia, a indústria plástica também está tendo que lidar com o aumento do dólar, o monopólio no setor e dentre outros fatores.

Confira alguns deles:

Contingências nas plantas

Conforme a pandemia foi se alastrando pelo mundo, os países passam a adotar cada vez mais as medidas de isolamento social, e com isso, os produtores de petróleo tiveram que diminuir a sua produção, ameaçando a normalidade do consumo.

Com tudo isso ocorrendo, muitas das plantas das petroquímicas entraram em contingenciamento, inclusive, algumas delas chegaram a parar o seu funcionamento.

No Brasil especificamente, o produtor local não parou, entretanto, o volume das resinas importadas reduziu drasticamente, contribuindo para o aumento do preço.

Aumento da demanda no país

Como você já deve saber, desde março deste ano (mês que a pandemia realmente chegou no país) houve uma explosão no consumo dos mais diversos produtos.

Itens de higiene e limpeza, alimentos, remédios, tudo isso passou a ser muito mais consumido, fazendo com que os setores do plástico, principalmente das embalagens plásticas, tivessem um aumento da demanda abrupto e excepcional.

Aumento das resinas

As resinas plásticas sofreram reajustes em sua tabela de preços no mundo todo, e para você ter uma ideia, a resina plástica já sofreu um aumento de 40% em 2020 e não há previsões de quando isso voltará ao normal.

É possível que os preços ainda tenham novos aumentos, pelo menos até outubro deste ano, período de retomada das atividades econômicas.

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